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Violência doméstica

Ontem à noite estive no Centro Universitário Franciscano, UNIFRA, participando de uma mesa redonda, na Rádio Unifra, com acadêmicos do curso de jornalismo. Uma conversa muito significativa que contou com a presença de um acadêmico de Direito, Mateus, do 8º semestre, da UFSM e da Delegada da Delegacia da Mulher, Drª Débora, aqui de Santa Maria. Uma conversa muito bem mediada por duas acadêmicas de jornalismo. Dentro do assunto violência doméstica, a priori, o que é natural, o viés foi violência do homem contra a mulher, norteado pelos fatos da realidade trazidos pela Delegada, bem como pela lei Maria da Penha, trazida pelo acadêmico de Direito. O assunto é delicado e é a realidade nas diversas classes sociais. Violência doméstica, contra mulheres, crianças, homens, é uma realidade e um sintoma social, do qual todos nós, como sociedade, temos parcela de culpa. A omissão faz parte diso, por exemplo. Por fim, foi muito bom voltar a UNIFRA, aonde me sinto em casa, pois lá fiz minha formação. Agradeço a todos do curso de jornalismo, bem como a Taís, produtora do programa. Obrigado e espero ter contribuído.

Para ouvir o programa, é só acessar o www.agenciacentrasul.org e clicar no banner da Rádio Unifra. Estará disponível nas segunites datas e horários: Sexta-feira, 06 Nov 2009, às 20h; Sábado, 07 Nov 2009, às 08h.

Na segunda-feira, dia 09 Nov, na parte da tarde, estarei no curso de jornalismo, disciplina de jornalismo esportivo, ministrada pelo caríssimo Gilson Piber, para dar uma palestra/debate sobre Psicologia do Esporte. Mas depois eu conto.

Lançamento de livro

Dia 8, na Feira do Livro de Porto Alegre, a feira de livros mais charmosa que já vi, será lançado o livro de uma grande amiga minha. Convido todos a prestigiarem tal lançamento. Boa sorte em tudo, Fabiane.

Convite Livro Fabiane 2 (1)

internacional.com.br

“Brasileirão: Inter luta muito, mas perde no Morumbi

Em um jogo marcado pelo equilíbrio, o Internacional foi derrotado por 1 a 0 pelo São Paulo, na noite desta quarta-feira, no Morumbi. O gol foi marcado já nos acréscimos do primeiro tempo, após uma cobrança de escanteio. O Inter lutou muito em busca do empate, criou boas chances de gol, mas não conseguiu evitar a derrota fora de casa. O time colorado está na quarta posição, com 52 pontos.”… leia mais em www.internacional.com.br

Ontem não foi possível a vitória, mas o Inter mostrou ótimo futebol, com probblemas de efetividade de jogadas no ataque durante a partida, bem com certa ansiedade, o que é natural, na busca do empate. Segue o barco porque domingo é contra o Botafogo.

Jogaço de futebol

www.scinternacional.net

Tenho muitos assuntos a discorrer no blog, depois de um período sem postar, mas, por causa de compromissos profissionais, meu tempo anda pequeno para escrever. Entretanto, é muito importante que mesmo rapidamente eu possa escrever algo sobre o o grande jogo de hoje, entre São Paulo e Inter.

É um jogo decisivo, que vale “seis pontos”, pois ambos podem chegar a liderança e, ao mesmo tempo, de certa forma, abalar o derrotado. Muito mais será assim caso o coloado vença a partida, pois joga em São Paulo, diante de um Morumbi que estará, certamente, lotado. De certa maneira, pode-se ver uma vitória do tricolor paulista como mais natural, pois joga nos seus domínios. Mas é aí que deve entrar garra, a força, a qualidade do grupo colorado. Mário Sérgio, que a imprensa o clasifica de treinador-tampão, até o momento não perdeu e sabe, diferente de muitos, como é jogar e buscar uma decisão. talvez não como treinador, mas como jogador que foi, tri-canpeão pelo Inter, em 1979. Certamente ele pode ser decisivo e é uma prova viva, como muitos, daquele título. Portanto, por poucos elementos que citei aqui, naturalmente, o jogo promete ser excepcional ao torcedor tricolor, tri-campeão mundial, e ao torcedor colorado, campeão de tudo.

Eu, como colorado, quero esse título.

“E VAMOS INTER SÓ TE PEÇO ESSE CAMPEONATO
ATRÁS DO GOL EU CANTO E BEBO E TE QUERO MAIS
SOU COLORADO E NADA MUDA ESSE SENTIMENTO
POR QUE É NAS MÁS QUE EU DEMONSTRO QUE TE AMO IGUAL”

 

 

 

 

Um tempinho

Um tempo para o blog. Portanto, um tempo para mim. E um tempo para nós: eu e minha esposa. Se eu puder, posto alguma coisa esta semana. Certamente aqui de Natal-RS. Para tanto, uma fotinho de hoje,na chegada.

Pirâmede Hotel & Resort

Pirâmede Hotel & Resort

Um treinador tenso

altatensao

Calma, Mário, também com a imprensa.

Mal chegou e Mário Sérgio mostrou toda sua tensão. Durante o jogo contra o Atlético-PR, um clube que gosta de beirar a zona do rebaixamento, inclusive este ano, o treinador do Inter, novo treinador, ficou todo jogo apertando uma bolinha de borracha, certamente para aliviar a tensão e controlar a ansiedade, também. É uma ótima estratégia. Uma porque admite, de certa forma, ser alguém tenso e isso é um grande passo. Segundo porque pode pensar melhor o jogo, seu trabalho, no caso, mas, infelizmente, não ajudou. O Inter repetiu as mesmas falhas quando Tite estava no comando. O gol de bola aérea foi a mais evidente.

mariosergiobolinha

Na foto é uma maçã

Também é evidente que além de não agradar boa parte da torcida, parece que não agradou boa parte toda praticamente da imprensa, que volta e meia senta crítica no novo treinador, o qual é chamado de treinador-tampão. E o fato de ficar até o final do ano corrobora essa tese. Agora, é certo que Mário chegou ontem e pouco treinou o time, praticamente nada e o time, segundo a imprensa detona e senta porrada escreve e fala , está a sua cara. Mas espera um momento: faz uma semana que Mário Sérgio assumiu o Inter. Paciência seria bom. Concordam? Mas parece que isso Mário não mostrou na entrevista coletiva pós-jogo contra o furacão e até lascou que poderá cortar relações. Calma, Mário. Poderia ter ido para a coletiva com a bolinha e, quem sabe, aliviado a tensão, antes de responder. Desta forma, como admite, de certa maneira a tensão e a ansiedade, poderia ter admitido que falhou na primeira semana. Seria um segundo grande passo como pessoa, depois de admitir a tensão e um primeiro como treinador do Inter. Um exemplo disso foi Sorondo que treinou e não jogou, resultado: gol do Atlético-PR em cima do nanico Índio que não pula mais que uma gilete do chão. Mas sorte ao novo treinador e bola pra frente.

Dia das crianças. Nosso dia.

Homenagem do Google

Homenagem do Google

Pra deixar bem claro

Publicado no site do Conselho Regional de Psicologia – CRP07. Portanto, para que fique bem claro, publico na íntegra: www.crprs.org.br

O Conselho Regional de Psicologia do RS (CRPRS) vem a público manifestar sua contrariedade e fazer os devidos esclarecimentos quanto ao tema veiculado no dia 30/09/09 no Programa Conversas Cruzadas do apresentador Lasier Martins na TVCOM, no qual, por ocasião da fuga de um apenado de um estabelecimento penal gaúcho de regime semi-aberto, alguns operadores do Sistema Judiciário, mais especificamente o representante da Promotoria Pública do RS, dentre outras acusações graves que fez aos psicólogos que trabalham no Sistema Prisional do RS, atribuiu a responsabilidade pela progressão de regime do referido apenado a um laudo psicológico, divulgando inclusive o nome da psicóloga que o realizou.

Diante destes fatos, cabe esclarecer que:
- A reforma da
Lei de Execução Penal (LEP) 7.210/84, introduzida pela Lei 10.792/03, veio trazer nova redação aos artigos 6º e 112º da LEP, dispensando o parecer da Comissão Técnica de Classificação e o exame criminológico para fins de progressão de regime prisional, mantendo apenas a exigência de exames de individualização da pena, o que deve ser realizado no início da execução, com vistas a oferecer Tratamento Penal adequado, que considere e respeite as necessidades e demandas individuais dos sujeitos privados de liberdade.

- Contrariando a
Lei 10.792/03, foi instituído em 2004 no Estado do Rio Grande do Sul o Regimento Disciplinar Penitenciário (RDP), que ainda mantém o Art.6º da LEP, violando os direitos dos apenados ao continuar exigindo os exames criminológicos, uma vez que basta o tempo de ao menos 1/6 de cumprimento da pena e o atestado de boa conduta carcerária, de responsabilidade do Diretor do estabelecimento prisional, para que o sujeito preso receba os seus direitos garantidos na lei.

- No ano de 2007, foram publicadas pelo
Conselho Federal de Psicologia (CFP), em parceria com o Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), as Diretrizes para atuação e formação dos psicólogos do sistema prisional brasileiro, que orientam para que os psicólogos voltem suas atividades no contexto prisional para o desenvolvimento de programas de tratamento que promovam a inclusão social dos indivíduos privados de liberdade, em detrimento da produção de laudos e/ou pareceres psicológicos que, por violarem direitos e não fazerem mais parte das exigências legais, configuram-se como mais um instrumento de punição e segregação do sujeito preso; 

- A psicóloga que teve o nome citado inadequadamente no Programa da TVCOM Conversas Cruzadas do dia 30/09 como responsável pela realização do laudo psicológico não deve ser responsabilizada pela concessão da progressão de regime carcerário do apenado em questão, visto que o mesmo fugiu do regime semi-aberto após ter sido liberado do regime fechado
PELA JUSTIÇA e não pela psicóloga, conforme ficou parecendo nas discussões feitas durante o referido Programa.

Enquanto profissão, em qualquer situação, a Psicologia domina um conjunto de técnicas e de instrumentos para realizar sua prática de acordo com Princípios Fundamentais do seu Código de Ética, enfatizando que: “O psicólogo trabalhará visando promover a saúde e a qualidade de vida das pessoas e das coletividades e contribuirá para a eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”. Por tudo isso, é importante ressaltar que a psicologia, embora disponha de instrumentos científicos para instrumentalizar sua prática, não pode prever por meio de avaliação psicológica comportamentos futuros, como é o caso da fuga de presos das prisões ou da reincidência criminal, pois as mudanças de comportamento humano são motivadas por inúmeros fatores, que não podem ser reduzidos apenas a fatores psicológicos e/ou individuais. A emissão do parecer tem como objetivo apontar uma ‘probabilidade’, o que por si só em nada poderia justificar a negação de direitos, visto serem hipóteses inverificáveis empiricamente, além de não serem submetidas ao contraditório, como preconiza o
Código Penal Brasileiro (CPB).

No caso das considerações feitas no Programa Conversas Cruzadas, consideramos que, embora o Poder Judiciário infelizmente ainda se assessore de laudos e pareceres psicológicos para decidir sobre a concessão dos direitos legais dos apenados, a responsabilidade sobre tais decisões sempre será dos
JUÍZES. Mesmo que ainda haja muitos equívocos a este respeito por parte de alguns setores, não é papel nem atribuição dos psicólogos que trabalham no sistema prisional decidir sobre situações jurídicas que envolvam a execução penal dos apenados, visto que PSICÓLOGO NÃO É JUIZ.

Além disso, no referido Programa foi insinuado publicamente o envolvimento de psicólogos(as) com apenados que transcendem as relações profissionais. Cabe salientar que o
CRPRS repudia totalmente este tipo de alegação/insinuação/acusação realizada por parte do apresentador do Programa e dos representantes do Poder Judiciário, já que cabe exclusivamente a este Conselho receber, apurar e julgar supostas condutas profissionais anti-éticas dos psicólogos gaúchos. Desta forma, não concordamos que denúncias tão graves sejam feitas através de meios de comunicação de massa sem comprovação, maculando a imagem de todos psicólogos, sem se disponibilizar o devido encaminhamento legal para tais casos. 

Por fim, se faz necessário esclarecer que a Psicologia através de seu compromisso social e ético, enquanto ciência integrada a outras áreas científicas, tem produzido conhecimentos teórico-tecnológicos, bem como reflexões críticas que alertam para os inúmeros prejuízos que o encarceramento produz nos sujeitos e na sociedade como um todo. Todos sabem que as prisões não oferecem condições mínimas e dignas de trabalho e convivência humana, nem tampouco possibilitam a recuperação das pessoas privadas de liberdade. Está na hora de analisarmos mais profundamente a desgraça do sistema prisional brasileiro ao invés de enfatizar tanto e somente as condutas criminosas de alguns. Esta é uma realidade que não podemos mais fugir e o
CRPRS coloca-se a disposição da Justiça para juntos pensarmos/analisarmos/sugerirmos medidas substitutivas a este perverso sistema criminalizante.

Tite saiu: bola pra frente

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Foto: arquivo FinalSports

A queda de Tite, do comando do Inter, hoje, após a derrota para o Coritiba, ontem, em Curitiba, pelo campeonato brasileiro, escancara, mais do que já estava, problemas extracampo que incomodavam os jogadores, dentro das quatro linhas. Refiro-me à tensão da diretoria do Inter que, na maioria das vezes, buscou “passar a mão na cabeça” e afastar a crise instalada no vestiário: jogadores e treinador. Ora, é quase óbvio que o treinador, um excelente treinador que é, havia perdido o comando do grupo há um bom tempo. O episódio do afastamento do grupo principal, do jogador D’alessandro, após o  jogo que o colorado perdeu, no Rio de Janeiro, para o modesto Botafogo, mostrou o problema de comando do grupo, por Tite. O todo mostra um time irregular e sem ofensividade, atualmente. E sem resultados positivos. Isso pesou muito na decisão da direção. Mas, antes que todo mundo pense que eu elegerei Tite como maior culpado, engana-se. Tite é um dos culpados, mas a direção tem maior culpa nisso tudo. Poderia ter contratado Muricy logo que ele saiu do São Paulo, mas há que se respeitar a convicção da direção colorada. E convicção, por mais que o caminho seja conflituoso, é convicção e deve ser respeitada. Tie é um ótimo treinador, mas estava na hora de sair. Foi bom para ele e para o Inter. E saiu por cima.

Tite em 16 meses: campeão da copa sul-americana 2008(desde 2006 somente o colorado ergue troféus de competições internacionais, no país); campeão gaúcho 2009; campeão da Copa Suruga 2009; vice-campeão da Copa do Brasil 2009; vice-campeão da Recopa Sul-americana. Não é pouca coisa. Não mesmo. Obrigado, Adenor Bachi. Obrigado, Tite.

Letrados também dão calote. (Correio do Povo de 04 Out 2009, opinião de Elio Gaspari)

Um calote cruel, vindo da nata da elite

- Crédito: Cruz  / ag / cp
Crédito: Cruz / ag / cp

Está saindo a preço de custo a malandragem de 300 professores que receberam bolsas do CNPq e da Capes para cursar doutorado no exterior e calotearam o governo. Cada um deles custou 200 mil dólares e viajou com o compromisso de retornar ao Brasil. Não voltaram, nem devolveram o dinheiro. Um golpe de 60 milhões de dólares.
A cada seis meses, o CNPq, a Capes e o Tribunal de Contas chamam a atenção para esses casos, mas o assunto sai da agenda. Trata-se de uma chaga para a comunidade acadêmica brasileira, envolvendo a nata da elite intelectual do país. O grupo de espertalhões não chega a 4% dos beneficiados pelos programas de estímulo à pesquisa e, na maioria dos casos, essas bolsas foram concedidas antes de 1998. CLIQUE AQUI E LEIA MAIS

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