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Perdoem-me! Andei um tempo sem postar aqui. Não posso reclamar, mas quem acessa meu blog (muito obriogado), tem todo direito de botar a boca no trombone e, de certa forma, me punir, não acessando o blog que, diga-se de passagem, deve ser atualizado diariamente, pois é um diário. Portanto, perdoem-me.
Não posso reclamar porque estava trabalhando, fazendo o que gosto, ou seja, avaliações psicológicas. Acho magnífico investigar. Sim, avaliar é investigar, buscar respostas às hipóteses, nortear o trabalho. Nortear o sujeito. Auxiliar o sujeito e o profissional.
Sobre avaliação psicológica, tenho um post, logo abaixo, mas aqui está o link – clique aqui.
Até mais!
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Jorge Fossati chegou. Gostei da entrevista de apresentação. Humilde, apresenta-se com um treinador que privilegia o grupo e dá mostras que sabe trabalhar com o grupo e em grupo. É esperar para ver. Como é uruguaio e jogou no país, bem como tem experiência no futebol sul-americano, tem tudo para, aliado ao tamanho do Inter, fazer uma ótima Libertadores e um ótimo trabalho. É um bom começo e quando é de pé direito, é melhor ainda. Ah, e claro, o foco é a competição sul-americana, a qual o Inter busca o bi.
Você pode ler mais sobre a apresentação de Fossati clicando aqui, ou acessando o site do colorado, aqui.
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Breve avaliação do Campeonato Brasileiro de 2009:
Campeão, vice e Libertadores:
Flamengo: não começou bem, contratou Petkovic que, junto com Adriano, levantaram a taça do hexa. Com algumas ajudinhas, claro.
Internacional: mais um vice-campeonato brasileiro. Campeão do primeiro turno, deixou a desejar no segundo. É certo que Giuliano, ao ser convocado para sub-20 fez muita falta, sem contar a venda de Nilmar e Magrão. Rumo ao bi da Libertadores e do Mundial da FIFA. Mário Sérgio deu outra cara ao time.
São Paulo: trocou o treinador e chegou a ser líder, mas está longe de ser o São Paulo tri-camepão. Pode incomodar da Libertadores.
Pré-Libertadores
Cruzeiro: vice da Libertadores (jogou ela fora), ficou com a 4ª vaga para a compeitção sul-americana em 2010, desbancando o Palmeiras.
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Sul-americana
Palmeiras: de certa maneira, uma liderança falsa, como se uma capa. Ao final, ficou com a pré-libertadores. Deixou a desejar.
Avaí: uma das sensações do Brasileirão, bem como seu treinador. Excelente campanha.
Atlético-MG: fez muito, na minha opinião. Seu grupo não era forte e ao final sentiu a frustração de perder a liderança. Para completar, viu o rival ir para a América, de novo.
Grêmio: sem um grupo qualificada a um bom tempo, perdeu para si mesmo. Venceu apenas uma partida fora. Tem objetivos em 2010 com a Copa do Brasil e Sul-americana. Não poderia faze mais.
Goiás: com a chegada de Fernandão, coincidência, ou não, caiu de produção. Chegou na ponta da tabela, mas despencou.
Corinthians: passeou no campeonato, já classificado para Libertadores no ano que vem. Fez feio ao facilitar o jogo para o Flamengo, por ter uma rusga com o Inter. Amadorismo da direção que é pequena perto da grande nação do Timão.
Barueri: fez muito bonito no campeonato. Uma equipe que pode incomodar como o São Caetano incomodava, mas falta torcida.
Santos: uma campanha horrível para o seu tamanho. Está muito longe de ser o Santos de Robinho e Diego.
Vitória: campanha razoável. iniciou bem com Carpegiani, mas não teve grupo. Consegui a Sul-americana na última rodada.
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Consideram-se felizes por não cair:
Atlético-PR: o ano todo lutou para não cair. Com a estrutura física que tem, deixa muito a desejar. Lutar para não cair é pouco para o Atlético-PR.
Botafogo: remou o ano todo e consegui permanecer na Série A. Seu futebol foi muito fraco. É melhor reforçar-se, pois pode cair no ano que vem.
Fluminense: esteve na segunda divisão por longo tempo. Fred recuperou-se e, com Cuca, recuperou o Flu. Mereceu permanecer e merecia a Sul-americana. Sua direção deixou a desejar.
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Direto e reto para a Série B:
Coritiba: no ano do centenário, enganou com a festa e, quando menos se esperava, caiu para a Série B. Pior, teve seu estádio quebrado no último jogo. Feio para o Coxa, para o futebol e para o mundo.
Santo André: iniciou bem, mas logo deu mostras de que iria cair. E caiu.
Náutico: pouquíssimo futebol. Pode usar a queda para crescer como clube.
Sport: fez excelente Libertadores, mas caiu de produção por questões internas. Deve fazer o mesmo que o Náutico.
Abraço, Cleuber Roggia
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Para encerrar a polêmica criada pela imprensa e por alguns (muitos, até) idiotas e imbecis, tanto de Inter e Grêmio, eu, como colorado, mas antes de tudo amante do futebol e toda sua dinâmica, concordo plenamente com Gelson Meira, de Passo Fundo-RS, que teve seu e-mail publicado na coluna do Hiltor Mombach, no Correio do Povo de hoje, abaixo destacado.
Ah, e o Grêmio e todo seu nome não precisaria passar por isso não fosse a idiotice e a imbecilidade (irracionalidade) desses alguns, já citados, torcedores, bem como alguns jogadores e dirigentes e, ainda, certa parte da imprensa. Inter e Grêmio são muito grandes para coisas tão pequenas como essa “polêmica”.
Portanto, caro Gelson meira, faço das suas, as minhas palavras:

“Hiltor, se ganhar um campeonato depende de vários fatores, dentre eles os mais falados são desempenho e rendimento em campo, o Inter não merece ser campeão. Precisamos ser coerentes com tudo que vem acontecendo: fomos irregulares, perdemos para nós mesmos novamente. O Grêmio não tem culpa, certamente irá perder e levará a culpa pelo nossa própria incompetência. Espero que no ano que vem a diretoria acorde e cobre os atletas durante todo o campeonato, não somente a corrente para a frente seja feita no final. Poderíamos estar a 15 pontos do líder hoje. Poderíamos. Abraços, Gelson Meira, Passo Fundo.”
E espero que cada vez mais diminua essa irracionalidade que não leva a lugar algum, entre alguns gremistas e colorados, daqui para frente. E para destacar isso, fica o que o goleiro Victor, goleiro de seleção, do Grêmio, falou à imprensa, ontem. Digno de um profissional e um excelente exemplo de pessoa e personalidade. Sim, porque para mim, excelentes pessoas são excelentes profissionais.
“É o meu nome que está em jogo. Acima de tudo, a dignidade”. (Victor, grande goleiro do Grêmio)
Abraço e até mais!
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Está postado no Blog do Juca!
“CORINTHIANISMO
Por LEONOR MACEDO*
Se você gosta de futebol e já sabia que a rodada de domingo, 29/11, estava arranjada para favorecer o Flamengo antes mesmo de ela acontecer, aconselho que desista do esporte.
Que tente canalizar sua energia para algo mais legítimo, mais honesto, mais respeitoso, mais digno.
Porque futebol é isso: é o ópio do povo, é irracional e se pararmos para pensar, a gente pára de gostar.
É amor, é paixão, é utopia, é ingenuidade. É burrice.
Fui para Campinas, com toda a minha burrice e ingenuidade, confiando no discurso da diretoria do Corinthians e dos jogadores de que seria o “jogo do ano”.
Ronaldo prometeu uma chuva de gols, outros jogadores afirmaram que dariam o sangue, o técnico se irritou ao ser questionado sobre um possível favorecimento ao Flamengo para eliminar as chances do São Paulo ser campeão: “o Corinthians estará empenhado para ganhar. Se o São Paulo não fez a sua parte, não é um problema nosso.”
Acreditei e fui confiante!” clique aqui e leia tudo
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Primeiramente, amo o futebol. Quem me conhece e lê meus artigos, sabe o quanto amo o esporte e sua dinâmica e a paixão do torcedor. E claro que amo o Inter. E claro que respeito, sobretudo, o Grêmio e seus torcedores, inclusive muitos amigos e familiares gremistas.
No domingo que vem, por causa da falta de competência da direção colorada, infelizmente, refletida dentro das quatro linhas do tapete verde da elite do futebol brasileiro, o Inter jogará sua sorte, aliás, já jogou, de certa forma, na busca do título. Bem, na verdade, se considerarmos que o provável vice seja um título, se depender das palavras do atleta Souza, do Grêmio (eu disse do atleta Souza e não do Grêmio), bem como da toalha jogada e do circo armado em Campinas, no jogo de Corinthians e Flamengo, muito bem descrito no artigo acima, de uma corinthiana.
O certo é que o Inter deixou a desejar no segundo turno e está colhendo o que plantou. Claro que não deve parar. Deve, sim, jogar, para o bem do futebol e de toda sua dignidade e de seus dignos atletas. Eu disse dignos, aqueles que jogam futebol por amor ao esporte e a sua família. Assim como a 99,99% dos jogadores, que eu acredito. Sim, porque crianças assistiram aquela barbaridade ontem, da mesma forma que assistiram a barbaridade com o governador Arruda, do Distrito Federal, para não citar outras. Num país de corruptos, tirar o corpo no futebol é pouca coisa.
Por fim. Domingo, colorado, jogue tudo e vença. Faça sua parte.
Quanto ao atleta Souza, digo que se o senhor jogasse tanto quanto fala, certamente o clube que o senhor defende, poderia estar na Libertadores 2010, bem como, poderia não estar sendo “usado” por gente pequena que elege e elegerá corruptos, e muito menos exposto como está, talvez, abrindo um corte na elegante e marcante história imortal.
Não obstante, Sr Souza, o Inter e seus torcedores, não pediram nada a ninguém, muito menos ao Sr falastrão. Atenha-se a jogar, a ajudar seu clube e honrosamente cumprir seu contrato de atleta profissional. Sem contar que expôs seu presidente. E lembre-se, Inter e Grêmio talvez não seriam tão grandes, caso um deles não existisse.
O Inter, como já disse, está colhendo o que plantou. Poderia estar bem à frente no campeonato, mas, infelizmente, não está. E não depende de ninguém. Por 37 rodadas dependeu de si, mas não soube aproveitar. Se por um acaso trazer o título para o Beira-Rio, deve, sim, agradecer a seus dignos jogadores e aos dignos jogadores que jogam futebol e falam o necessário, como profissionais que são e exemplos que são.
Ah, ao Sr goleiro Felipe, do Corinthians, por favor, sem querer – querendo – você participou do circo de ontem. Infelizmente, Mano Menezes – espero -acho que foi vítima do circo de ontem, em Campinas. Bom, nessa vida, colhemos o que plantamos e “nada acontence por acaso”.
Até mais!
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A avaliação psicológica (psicodiagnóstico clínico) é um procedimento técnico complexo que exige do psicólogo conhecimento apurado e específico para desenvolver o processo com qualidade, norteado por uma construção lógica daquilo que é o conteúdo trazido até a clínica, seja pelo sujeito, pelo encaminhamento de psicólogos, médicos, familiares, dentre outros. E, quando se escreve qualidade, subentenda-se o conhecimento amplo do que é uma avaliação: como ela inicia, para que ela inicia, quem encaminha, a história da avaliação, os estudos e as pesquisas a respeito, o conhecimento adquirido e em construção, os testes projetivos e psicométricos sua história e importância, as supervisões – o outro olhar para melhor atingir o que se busca -, bem como tudo que existe acerca de avaliação psicológica, seja no campo psi, no campo da medicina, neurologia, psiquiatria, dentre toda uma rede além das fronteiras da psicologia. Ainda, destaca-se que a avaliação psicológica (psicodiagnóstico) é um processo limitado no tempo, ou seja, de 06 (seis) a 08 (oito) sessões, podendo ser mais ou menos, que se compõe de entrevistas – anamnese com os pais, no caso de crianças e adolescentes -, aplicação de testes projetivos e psicométricos, com a finalidade de confirmar ou descartar as hipóteses diagnósticas do clínico, tal qual um exame médico (hemograma, imagem, ultra-som) chegando a conclusão que se configura num parecer psicológico, a fim de subsidiar o trabalho do psicoterapeuta, do psiquiatra, do médico, dentre outros, que encaminha.
Avaliar – em avaliação psicológica (psicodiagnóstico clínico) – é, acima e antes de tudo, investigar, procurar entender, compreender, questionar-se a respeito do que se busca. É relevante, também, que se destaque o fato de não associar diagnóstico a algo fixo, determinado, fechado ou concluído. Sobretudo, na clínica psicológica, é importante se ter muito cuidado em todos os passos de uma avaliação. Daí a importância do profissional da psicologia conhecer bem, para melhor aplicar as técnicas que lhe são peculiares ao processo de avaliação psicológica (psicodiagnóstico clínico), dentre elas, citadas acima.
Portanto, não existe uma receita ou uma fórmula em avaliação psicológica nesse contexto clínico, existe, sim, uma história a ser investigada, procedimentos e técnicas a serem utilizados e um sujeito a ser avaliado, para servir de subsídio a quem solicita.
(Este artigo foi editado. Ele faz parte da introdução do trabalho final da especialização em Avaliação Psicológica)
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